O Sopro do Guerreiro

Saudações Caros Irmãos,

O seguinte texto foi composto por um grande amigo meu, e por uma feliz sincronicidade histórica e espiritual, uma das individualidades mais forte que já pisaram nesse planeta, tendo alterado o rumo da História de nossa espécie em boa parte de suas encarnações aqui.
O que eu acho mais poético nisso tudo é que, para mim, ele é muito mais que uma lenda, enquanto para os mortais ele é História, para mim, ele é meu Amigo.
Segue um pouco da ferocidade de seu Espírito.

O Sopro do Guerreiro
ANAUÊ!

“Aquele que esta caído ao solo na valeta atinge um plano perfeito a onde a alma energética e os fios de luz, condensados com o ultimo suspiro de ar rarefeito explode em êxtase e prazer eterno.
A caminho de um novo ponto que o espera com os melhores deleites da mente para se preparar para sua próxima missão e ação do guerreiro, enquanto o corpo nutre, aduba as plantas e alimentas os micro-organismos construtores da paisagem.”
“- Porque lutam?
– Isto não há porque é nosso talento.
– Lutam para morrer?
– A morte é só um estagio aonde tiro minhas ferias.”
Aqui voz digo que JAMAIS PERDEMOS UMA BATALHA!
Pois a luta não tem fim, e aquele que pensar ter terminado esta fardado a falhar.
Os verdadeiros guerreiros nada temem, nada os intimida, seja tamanho físico ou ego.
“- Tragam seus maiores Homens, seus maiores pensadores,
Eles sentiram o prazer doce, amargo e infinito de nossas lanças e de nossos espíritos!!!”
Como é possível um relés homem atingir o estado de Santo ou Deus?
– Por votação? Aquele com melhor propaganda ou “milagre”…?
– DIGO E EXCLAMO! SUAS CONQUISTAS, HONRA E ESPIRITO!
Os Deuses não podem simplesmente ter morrido como dizem nas historias, para onde foram?
Estes meus nobres são seres imortais, proibidos da morte, algo acima do templo(corpo) e tempo.
O corpo é a maquina, aperfeiçoamos, equipamos e o comandamos, utilizamos o corpo conforme nossos desejos, missões e situação.
Somos agricultores, regando nossos objetivos na terra.
Somos construtores, arquitetando nossas obras primas, secundarias e eternas.
Somo as Mães, que trazem a vida, o portal para a era, a nutrição da maquina e a educação do ser ou não ser.
Somos os pais, que naturalmente e extintivamente, plantamos as sementes dos descendentes excelentes!
Pois quando partimos para um próximo plano, deixaremos os futuros guerreiros de puro do sangue para continuar e fortalecer nossa luta milenar.
O que te move guerreiro!?
O que te faz abrir os olhos e se levantar e respirar todos os dias?
Em batalha sabemos que temos nossas mulheres, filhos e família a nos esperar para uma volta triunfante e escaldante.
Aquele que desistir de lutar estará desistindo de si e da chance de olhar nos olhos de seus amados e odiados mais uma vez!
Nunca estamos desarmados!
Pois nós somos as melhores armas, as perfeitas e imperfeitas.
Enquanto sentir o vento, adrenalina, dor ou amor, saberá que esta vivo!
Abra os olhos!
Corra, cinta o calor do Grandioso e invencível Sol!
E quando seu corpo fervente estiver superaquecido mergulhe no lago mais fresco, frio e sinta o choque!
Controle seus sentidos!
Sentira a morte apertar sua mão e a vida aquecer seu coração!
Sobreviva e viva!
A cada dia exaustivo e cada noite fria!
VIVA! VIVA! VIVAAAAAAAAA!
Estas são palavras breves para os plebes guerreiros e corações nobres.
Se cair estenderás o braço e a se levantar!
Somos irmãos de espadas, primos de escudo, amantes na vida e viajantes na morte!
Se não nos encontrarmos nesta batalha nos encontraremos na próxima, se não nos encontrarmos nesta vida o mesmo, espero que franco seja o ataque, em caso estarmos em lados opostos ou em caso estivermos na mesma face da guerra, que tenhamos uma batalha digna de nosso sangue e suor, lutaremos ate as armas perderem o corte, que o FORTE seja FORTE e o fraco sinta a MORTE!
ANAUÊ!

“Aquele que esta caído ao solo na valeta atinge um plano perfeito a onde a alma energética e os fios de luz, condensados com o ultimo suspiro de ar rarefeito explode em êxtase e prazer eterno.”

A Balada da Rosa Negra

Enquanto dançávamos
Eu e o Diabo
Pelo próprio
Me foi ensinado:

” Escuta com Atenção
A Sabedoria de teu Pai
Meu Filho Amado:

– Neste Mundo,
Ou Você Comanda
Ou Você é comandado.
Ou Você está Caçando
Ou Você está sendo caçado.

Eu te Amo.
Amém.
E Muito Obrigado.”

Hare Krishna!

O Santo e o Conhaque

Enquanto caminhava, encontrei um santo sentado numa praça, consagrando um conhaque e rindo sozinho, brincando com seu netinho.
Eu peguei um copo, pedi um gole, me sentei ao lado dele, e disse:
“Por que toda vez que tento fazer algo pelo mundo, para aliviar a dor dos esquecidos, sempre me dizem:
‘Não perca seu tempo, não vale a pena se importar’.”

Ele tomou um gole discreto, e me respondeu:
“A ùnica dor que as pessoas sentem hoje é a do bolso vazio.”

Então ele sorriu, deu mais um gole, me abraçou e partiu.

– Baseado em fatos poeticamente reais. –

Hare Krishna!

Um Grito de Revolta

Saudações Caros Irmãos

O seguinte texto foi escrito em algum ponto de novembro de 2014, em um momento em que me senti profundamente revoltado e ressentido contra o estado de total escravização mental coletiva em que nossa espécie se encontra, e nisso senti um profundo ódio de mim mesmo, por sentir que, ao menos no presente, não posso fazer nada para mudar isso.
O mensagem é bem intensa, mas eu não tenho o menor talento para hipocrisia, falo do que sinto, e falo melhor ainda do que faço, ainda que hoje em dia a maioria das coisas que sinto e faço sejam consideradas “inaceitáveis” pelos escravos do politicamente correto. Infelizmente para vocês, eu não sou escravo de ninguém, sequer de meus próprios limites, quem dirá da inferioridade alheia.

Amém.

“Quem não luta até a morte por sua liberdade, merece ser escravizado”
– Leônidas, Rei de Esparta

Eu fico em profundo estado de revolta quando escuto todas “essas pessoas” falando de paz, amor e harmonia, enquanto os Donos do Mundo estão trabalhando ativamente para escravizar nossa espécie.
Como eu posso desejar a paz quando meu inimigo me envenena pelo ar, pela comida, pela água, pelas vacinas, pela “cultura”, pela moderna pseudo “religião”, pelo sistema de ensino, pelo sistema político.
Meu Deus, não importa para onde eu olhe tudo o que eu vejo é veneno, consciente ou inconscientemente, eu vejo um irmão atrás do outro lutando para me tornar um escravo cada vez mais perfeito de minhas próprias inferioridades, fraquezas e limitações.
Eu sinto muito se hoje em dia é um crime ter sentimentos viris, mas tudo o que essa podridão me faz sentir é ÓDIO.
òdio, ódio, ódio.
Ódio de quem me escraviza, ódio de quem não percebe que está sendo escravizado, ódio de quem prega a paz quando no fundo o que precisamos é de HERÓIS dispostos a pegar em armas e fazer justiça com as próprias mãos, pois num mundo onde a escravidão e a prostituição moral são a LEI, a Honra é uma blasfêmia, um pecado e o crime de mais alto grau contra tudo e todos que estão confortáveis com a ordem estabelecida.
“Em um tempo de embustes universais, dizer a verdade é um ato revolucionário.”
George Orwell

Eu não canso de me perguntar:
“O que aconteceu com os homens de verdade? Onde está a honra e a virilidade nesse mundo?”
Como é possível um homem assistir à esse espetáculo de podridão cada vez maior e mais podre que é nossa presente sociedade, e não sentir uma revolta enojada de tudo isso?
Onde estão os homens de honra e sangue nessa terra bendita chamada Brasil?
Porque não vejo ninguém me convidando para formar grupos de extermínio de políticos corruptos?
Eu não posso crer que seja o único coração tão desesperadamente revoltado que esteja disposto a isso?
EU NÂO POSSO CRER! EU NÃO POSSO! EU NÃO POSSO! EU NÃO POOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSSO!
Eu não posso…
Eu…
Não posso…

E Coisa e Tal

Saudações Caros Amigos,

o texto que se segue é de um grande amigo, uma das consciências mais profundas que já conheci, tão profunda que tanto as coisas que ele me diz, quanto as coisas que ele escreve me forçam a meditar ao menos alguns dias para sequer começar a arranhar a superfície do que está sendo dito. Aqui eu faço a mesma recomendação para os bravos guerreiros que se aventurarem a navegar pelas construções que ele faz com suas palavras.
Procurem muito mais sentir o que está sendo dito, do que entender propriamente, pois como os sábios dizem:
“Quem sabe SENTE, quem não sabe, ENTENDE.”

Amém.

Nota:

Nas condições brutais em que a palavra dilacera a alma da inspiração, às vezes é necessário recorrer ás palavras para que a intenção não dilacere a calma e por ventura desequilibre os sentidos.
Não há homem que há de se explicar um sentimento porém o que chamam a palavra amar não tem direção que se esguie um entendimento.
“As pessoas boas devem amar seus inimigos”, não significa apenas um bordão ou frase da série El Chavo Del Ocho.
Para explicar isso usarei um contexto que o amigo Aristóteles fundiu e fundou, a Lógica.
Os grandes instaladores de desarmonia neste planeta são individuais escravizadores que visam para lucro próprio à desgraça e infertilidade de seus semelhantes, é claro que utilizo de uma forma mais poética e nem tanto detalhada e política, porém, cito especificamente sobre as mesmas identidades e entidades como os grupos de banqueiros privados que senhoriam o mercado. Hoje me peguei pensando: “Estimular o senso de ataque não chega nem perto da força gerada por estimular o senso de defesa”. E com os recursos psicológicos precisos tais entidades transbordam a genialidade de despertar na grande maioria dos humanos da terra uma força de autodefesa contra a sociedade em que vivem, contra os semelhantes que habitam nos arredores, e numa extremidade monstruosa contra si mesmos, ou seja, tornando o veneno atraente e deixando que se matem.
Mas não é só isso, também há muitos mártires que são criados em função de canalização de ideais para a formação de algo como “labirintos” onde os “muros” são formados por tais mártires e todos os caminhos levem a um único ponto; o veneno.
Quando cito sobre mártires e labirintos de mártires, me refiro a todas as figuras que diversas mídias (que fortemente e sistemicamente são manipuladas por estes grupos sujos) expõem com necessidade de adoração, estes mártires que varias desde cantores e músicos até símbolos políticos e são geralmente usados de forma que eu descreveria como sacrifícios modernos comparados às almas e corpos virgens sacrificados durante a “idade media” e nas épocas de barbárie deste planeta, pois, em si mesmos, estes sacrifícios e adornações adoradas eventualmente em revistas, televisões, entre outras mídias… Geram egrégoras grotescamente poderosas que servem de veículo para manipulação dos ideais coletivos e encaminham “para o buraco” (como diz a anciã expressão) o caminhar humano desta terra.
Isso me faz lembrar que desde que me conheço como quando criança, quando pensava ao escutar estorinhas sobre labirintos: Será que não teriam as pessoas neste labirinto a audácia de escalar os muros, ou escavar uma saída em linha reta?
Bem, mesmo sendo isto “impossível” de se contar nas estorinhas, só me prova o  instinto  mais puro do meu âmago de fazer minha própria saída e não apenas seguir as já construídas, e em caso de eu jamais conseguir esta “abstrata saída material”, assim encontraria o falecimento daquele corpo, mas faleceria tentando e lutando, e logo, o falecimento assim se tornando um inexpressivo sucesso desta fuga.
O que é? Onde isso se encaixa na frase: “As pessoas boas devem amar seus inimigos”?
Todo esse trabalho apenas introduz o assunto de maneira retórica, pois a interpretação vive no pensamento. Todos têm inimigos mesmo que jamais tomemos conhecimento de algo que vá de modus operandi em direção contrária ao que somos e ao que não somos, admiro eu de mais a lógica, pois não consigo entendê-la nem me expressar sobre ela da maneira em que a admiro, sou incapaz de alcançar lógica tão perfeita quanto.
Bem se existe tal abstração mais metódica, pura e usual no universo que não possa nos destruir é o amor, não quero dizer paixão, aceitação ou condescendência e sim algo que gire ou caminhe em todas as direções assim nunca sendo contra nada e nunca tendo nada contra si, alcançando um estado perfeito de harmonia, não digo nem suponho que exista forma de derrubar os “inimigos inevitáveis” que seja ociosa e formosa, pois essa seria o mais frustrante insucesso, e sim digo uma forma não rancorosa e sim amorosa, lembrando novamente que o amor não é sinônimo de não lutar e se sentar ociosamente apenas dizendo palavras como:
“Paz e amor irmão”, sim são palavras muito interessantes mas não combinadas ao ócio e sim a luta e a honra. Exponencialmente o espírito deste fito significa que existe mais de um rei em um espírito livre vivendo na lama entre vermes, que além não se deixa ser influenciado por labirintos de mártires e venenos que o causam infertilidade de si mesmo, do que em um homem vivendo um um castelo cercado de muros de autodefesa contra o próprio organismo.
Pois o espírito é o amor que roda em todo todas as direções, ou seja, não adianta dois corpos de massa equivalente que utilizam a mesma força ficarem batendo de frente para servir de objeto newtoniano (pêndulo de Newton), sendo que o amor e o espírito jamais podem ser escravizados. Utilizar um tipo de força que figurativa-simbolicamente gire em todas as direções para combater é em si o único meio eficiente pois sendo em todas as direções não há inimigo que possa ir contra, portanto se queres ser bom o bastante para derrotar seus inimigos torna-te este preceito, “as pessoas boas devem amar seus inimigos”.

A Antropologia como Arma

Saudações caros amigos,

o texto abaixo foi composto num momento especialmente inspirado de minha vida, a cerca de 2 meses atrás, onde tive algumas ideias que sinto que possam ser úteis para aqueles que como eu, tem um desejo insaciável de compreender como realmente funcionam as coisas nesse mundo, e de fazer alguma coisa prática para mudar isso.

Hoje, 06/01/2015, estudando sobre a História do Afeganistão através dos brilhantes textos de um jornalista chamado Adam Curtis,http://www.bbc.co.uk/blogs/adamcurtis/entries/2013/01,   um verdadeiro talento, acabei sendo levado pelas correntes de informação até um breve estudo de antropologia, feito pela internet mesmo, utilizando o Google e a Wikipedia, e eu estou fascinado com o poder que esse ramo do conhecimento concede à quem o manipula. Acabo de descobrir que a antropologia foi muito empregada por TODAS as maquinas de guerra que existiram após ela ter sido elaborada como um ramo científico de conhecimento. Especialmente na segunda-guerra mundial, ela foi empregada para compreender melhor a mentalidade oriental, e como vencê-la, ou empregando a diplomacia, ou força letal. Ela foi especialmente fundamental para compreender que a Alma cultural japonesa era “culturalmente incapaz de rendição”, e que eles lutariam até o ultimo homem. Partindo disso, descobri que um oficial norte-americano chamado Coronel Edward Landsdale foi o criador do conceito de Guerra Psicológica, http://www.statecraft.org/chapter8.html, onde ele empregou os conhecimentos obtido através de estudos antropológicos para fazer uma guerra mais eficiente contra seus inimigos, um agrupamento chamado “Huk”. Ele estudou quais eram os símbolos culturais que geravam emoções de medo, fraqueza e impotência nos membros desse grupo cultural, e empregou esses símbolos contra eles para causar mais medo, paralisando emocionalmente os inimigos. No caso, ele empregou o medo de “Vampiros” que a população inimiga tinha, e obtive um sucesso monstruoso em acabar com a moral de guerra inimiga.
Eu particularmente sinto que essa premissa é genial, da mesma forma que podemos usar nosso conhecimento da psicologia individual de uma pessoa para fazer com que ela se comporte da forma como desejamos, como no caso de uma conquista amorosa, ou então quando tentamos arruinar emocionalmente alguém que odiamos, algo que todos fazemos, com exceção dos hipócritas, naturalmente, então podemos utilizar a psicologia coletiva de um grupo para controlá-lo de acordo com nossos interesses particulares , seja ele uma facção religiosa, um grupo ideológico, uma cultura tribal, ou nacional, ou uma associação empresarial, financeira, ou política, pois todo grupo tem uma determinada dinâmica interna, com certos elementos, como formas de pensar, agir e sentir, que são comuns, e são exatamente esses pontos em comum que permitem que o grupo surja e permaneça unido. Cessando a existência desses elementos comuns, extinguisse o sentimento que une o grupo.
Essa é a tradução do adágio militar “Dividir e conquistar”.
Para melhor combater contra um grupo, divida ele. Enfatize as diferenças inerentes aos diferentes membros do grupo, e faça isso de forma tão intensa, constante e prolongada, que o processo cuidará para que os indivíduos foquem totalmente sua atenção no que eles tem de diferentes entre si, e se esqueçam do que eles tem em comum. E como qualquer um que já tenha perdido amigos por mudanças de pontos de vista, gostos, projetos e sonhos sabe, quando os corações já não batem mais em mesmo ritmo, os corpos já não dançam mais em conjunto. Nós podemos até tolerar, muito momentaneamente, a presença de pessoas totalmente diferentes, mas nada pode nos forçar a gostar delas. Os comunistas e os fascistas são exemplos históricos disso.
Os grupos religiosos fundamentalistas de hoje, como alguns Muçulmanos reacionários e evangélicos neo pentecostais, também não toleram os líderes dos movimentos pró-aborto e pró-direito dos homossexuais. A diferença entre as crenças fundamentais de como o mundo deve ser organizado impede que eles se gostem, embora eles possam se tolerar mutuamente. Mesmo essa tolerância é hipócrita, pois os membros mais ardentes dos grupos religiosos tem toda intenção de exterminar fisicamente os membros do outro grupo, e vão fazê-lo tão logo isso seja possível, quando a máquina do Estado falhar em proteger a ordem estabelecida. Isso já acontece livremente na Arábia Saudita. Tente organizar uma parada gay por lá, ou então dizer em praça pública que você não só fez um aborto, como acredita que toda mulher deve ser livre para fazê-lo, para ver com quantas pedradas se faz um apedrejamento. http://www.nationalturk.com/en/nigeria-gay-trial-12-men-face-stoning-for-allegedly-engaging-homosexuality-northern-africa-news-46286
Mas retomando o foco, o argumento imediatamente acima foi feito para demonstrar a eficiência prática desta tática, dividir e conquistar, e para demonstrar que ela só funciona porquê existe algo como um “Princípio de união”, que determina que, para que haja um agrupamento eficiente de indivíduos, eles devem estar ligados por elementos em comum, esses elementos podendo ser puramente econômicos e políticos, nos casos mais superficiais, como podendo ser culturais e artísticos, nos casos mais profundos, ou ainda espirituais e simbólicos, nos casos transcendentais, que são historicamente raríssimos, como no caso do surgimento do profeta Muhammad, na península Arábica em 660 depois de cristo, e a consequente Cruzada Islâmica. Esse é o único caso do tipo na História registrada.
O atual movimento de conscientização planetária, permitido através da internet e dos meios de transporte intercontinental baratos, é o segundo do tipo, embora seja absolutamente inconsciente, com a exceção de raríssimos indivíduos que tem plena consciência do momento histórico em que estão vivendo, de suas raízes, de suas possibilidades e de suas tendências, consciência essa que só pode ser obtida através do estudo fanático da disciplina da História, conforme a abordagem do grande Oswald Spengler da mesma, e de uma rígida disciplina espiritual. Existem ainda aqueles mais raros ainda, que são totalmente guiados pela intuição, almas verdadeiramente abençoadas, pois recebem seu conhecimento e orientação da única fonte verdadeira, a Alma.
Partindo disso, uma vez que a antropologia pode ser utilizada como arma para destruir um grupo, ou quando muito, no mínimo manipulá-lo para nossos interesses, porquê não ´pensar em uma forma de empregá-la construtivamente?
Agora mesmo enquanto teço este escrito, surge-me a ideia de que podemos empregar a antropologia para conhecer os pontos fortes do grupo, e então ressaltá-los ao máximo, fazendo uma engenharia reversa da guerra psicológica, e criando um grupo tão coeso que nem mesmo a morte possa deter sua ação. Isso é verdadeiro no caso de indivíduos, figuras históricas como Aristóteles e Napoleão são a prova da verdade e funcionalidade desse fenômeno no nível individual. Mesmo mortos, suas pessoas nos influenciam até hoje devido a monstruosa coerência interna de suas idéias e ações. Aristóteles criou praticamente sozinho o sistema ocidental de lógica e raciocínio, e Napoleão modernizou completamente a administração civil do Estado. No momento não me vem a mente a lembrança de nenhum grupo que afete os destinos humanos após seu desaparecimento histórico, e analisando com sobriedade, acho que isso é impossível mesmo, uma vez que um grupo em si mesmo não existe a nível humano, uma vez que ele é formado de individualidades que são potencialmente infinitas em sua expressão. Grandes grupos, de relevância histórica, como os nazistas, os bolcheviques da revolução comunista, os jacobinos da revolução francesa só tiveram realmente importância por causa da força histórica da personalidade de seus líderes, Hitler para os nazistas, Lênin para os bolcheviques e Robespierre para os Jacobinos, e os outros líderes menores que também tiveram seu papel mas que não cabem aqui.
No caso então a ideia muda um pouco de figura, o foco dessa nova arma antropológica deve ser fortalecer ao máximo os pontos em comum entre os membros do grupo, e cuidar para que esses pontos sejam os mais sólidos possíveis, de forma que, em se morrendo a figura dos líderes, ou mesmo o grupo sendo levado à extinção física, a mera conservação de suas idéias seja suficiente para que os ideais continuem se propagando. O ponto de máxima eficiência em verdade é atingido exatamente caso o grupo sofra alguma ameaça de extermínio, a morte de um membro, ou do grupo como um todo fazendo com que as idéias se propaguem de forma viral e e incontrolável, corroendo os próprios membros do grupo inimigo.
O desafio que me lanço é o seguinte, como podemos usar essa tecnologia para criar uma sociedade tão coesa, e coerente, que ela torne dispensável a figura de “políticos” profissionais, que não passam de verdadeiras prostitutas morais, e passe a se governar a si mesma, libertando-se da escravidão dos “representantes”, que NUNCA representaram NADA nem NINGUÉM além deles próprios e dos seus interesses particulares.
Após 28 anos de vida eu estou aprendendo que eu não acredito em nenhum governo além daquele feito por mim mesmo, não importa quão boas sejam as referências dos outros cidadãos, coração e caráter, eu só conheço os meus, e portanto, não posso conceder a ninguém meu poder pessoal de me governar. Ao perceber isso sobre mim mesmo, também estou me tornando consciente de que nunca houve, em momento histórico algum, um bom governo, justo, equilibrado e moralmente elevado, que preza-se pela grandeza de seus cidadãos, quando muito, houve um grande governante com somente ALGUMAS boas ideias, planos e projetos, com a intenção sincera de fortalecer seus irmãos, mas que terminaram sendo destruídos pelos interesses maiores daqueles que tinham mais dinheiro e poder pessoal, que perceberam que, no longo prazo, a força dos muitos “plebeus” terminaria por eliminar completamente a força dos poucos “nobres.” A Alemanha nazista é um exemplo histórico de um pequeno grupo com boas ideias para seu próprio povo, mas essas mesmas ideias sendo consideradas ameaçadoras para os outros grupos, e aqui eu não estou falando dos judeus. Os interesses bancários da época, as grandes famílias de banqueiros de que dominavam o mundo naquele tempo viram, no modelo econômico alemão a maior ameaça a seu próprio poder, uma vez que a Alemanha imprimia seu próprio dinheiro, não dependia de pegar dinheiro emprestado com banqueiros privados.
A unica forma de evitar uma nova tragédia desse tipo é se nós mesmos tomarmos o poder em nossas mãos, deixando de depender do “governo”, que não existe, nunca existiu, nem nunca existirá, para depender tão somente de nós mesmos, de nossa própria iniciativa, inteligência, humildade, disciplina e equilíbrio, para realizarmos nossos sonhos e projetos, e para provermos nossas necessidades básicas.
Esse conceito é conhecido como “Democracia Pura”, e um dos melhores estudos que já vi sobre isso são os realizados pelo nobre Professor José Vasconcelos, https://www.youtube.com/watch?v=7bTTT7yx8Wo, que também é um dos líderes do Movimento Democracia Pura, http://www.democraciapura.com.br/, talvez a ideia mais revolucionaria em circulação no planeta no presente, e que será no século XXI uma força maior do que embate entre totalitarismo e democracia foi no seculo XX, devido às novas tecnologias de informação e comunicação em tempo real.
Mais alguém aí está disposto a colaborar nesse esforço?
O único governo legítimo é aquele que somente eu exerço sobre mim mesmo.
Quem quer que seja governado por outro é um ESCRAVO.

Amém.